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ARTIGO! Arlyson Ernesto em: O belo mês…

O belo Mês…
      LÍ ESSES DIAS um colunista que escrevia sobre o seu encanto com o mês: das flores, das noivas, das mães, de Maria! Tudo isso parece que casa certinho um com o outro.
        Em outra oportunidade já escrevi sobre este mês. Entretanto, maio é assim: tem um encanto a cada novo ano! Não me canso de assistir àquelas propagandas de bebês que abraçam a mãe; outros que cantam; outros dão rosas, mas – nada se compara àquelas que traçam a linha do tempo…
        Não tem jeito: mãe é tudo do mesmo jeito. Aqui acolá tem uma que destoa; no fim dá o mesmo. Minha mãe mesmo…: lutava para entender-me desde pequeno e, agora, eu cresci e a entendo!
        Elas têm uma língua singular. Se disserem sim é sim; quando não, é não! Se sentem uma “coisa ruim”, pronto, é melhor aquietar o facho… Senão vai terminar em choro!
        Desde pequeno escuto minha mãe dizer que todos temos uma mãe lá no céu. Sempre achei o máximo: ter duas mães! Uma que peço as coisas e outra que me defende.
        Não tem jeito, flores parecem com noivas e, mães parecem com Maria. Maria com mães, mães com noivas e noivas com flores!
        Assim é a composição do mês de maio, das flores, das mães, das noivas, a nos ensinar grande gesto: que elas não precisam de muitas coisas, elas já são realizadas em sua vida! Nada será tão grande ao ponto de seu valor.
        É esquisito, às vezes penso que elas frequentam uma escola – sei lá onde – que as ensina a serem tão exímias em sua atividade materna. O contrário não pode ser!
        Mãe é tão sagrado que, certa vez, Deus quis ter uma – foi Maria – mãe das mães! Ela soube muito bem viver os dilemas de uma maternidade desde cedo: não tinha lugar para o filho nascer; teve que fugir com ele e seu marido, pois queriam matá-lo; teve que cuidar de um alguém que fora lhe confiado – e que veio do céu; certa vez o perdeu em uma viagem…; e por fim, teve que vê-lo sendo morto de forma cruel, sendo inocente! Aí sim, isso é ser mãe.
        Por isso, mãe não pode ser comemorada todo dia. Por mais que todo dia se tenha a mãe, um dia tem que ser todo dela. São 24 horas apenas, duram o suficiente para nos fazer recordar dos seus últimos 364 dias!
        Assim é o encanto de maio. Ele é o mês! Talvez por isso ele seja belo: pelas flores, pelas mães e noivas!
       
Até mais ver!