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Tentativa de fuga de presos em Pedrinhas é transmitida ao vivo pela Globo News

Uma nova tentativa de fuga de presos foi registrada na Casa de Detenção ( Cadet) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão, nesta quarta-feira (17). As imagens foram mostradas pelo repórter Alex Barbosa e o cinegrafista Miguel Nery, da TV Mirante, ao vivo, pela Globo News. Presos pularam o muro da unidade e foram cercados por policiais.
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Por telefone, o G1 entrou em contato com assessoria da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão ( Sejap) que informou que não houve fuga de presos. De acordo com a Sejap, o tumulto foi controlado. Ainda segundo a secretaria, o tumulto foi causado após transferência de presos iniciada há duas semanas, após a conclusão das obras no Presídio São Luís III.

 

Túnel
Durante a madrugada de hoje, um grupo de detentos fugiu por meio de um túnel do Presídio São Luís I (PSL I) . O número de fugitivos ainda não foi divulgado pela Sejap. A assessoria de comunicação da secretaria informou, por telefone, que a recontagem dos presos foi realizada e que o número deve ser divulgado ainda nesta quarta.

O secretário Sebastião Uchôa disse ao G1 que foi realizada uma vistoria geral no sábado (13) e nada foi encontrado, e que os responsáveis pela unidade prisional teriam passado três dias sem revistar as celas, dando tempo para que os presos cavassem o túnel.

 

“Não foi realizada vistoria ou revista nem domingo, nem segunda, nem terça, deixando acontecer que eles cavassem esse túnel. Como é que ninguem faz revista e vistoria em três dias? Alguém tem que ser responsabilizado”, disse.

 

Uchôa afirmou que a corregedoria e o serviço de inteligência da Sejap foram encaminhados ao local para apurar o caso. “Estão sendo feitos os primeiros levantamentos e será instaurada sindicância para apurar a resposabilidade dessa fuga”, garantiu.

Nesta semana, o diretor da Casa de Detenção (Cadet) Cláudio Barcelos foi preso suspeito de receber dinheiro para facilitar fuga e saídas de presos. Segundo a Polícia Civil, foi descoberto que ele mantinha um esquema para colocar os presos em liberdade e mantê-los soltos o tempo que precisassem. Quanto maior o tempo na rua, maior o preço cobrado.

 

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