Secretaria de saúde de Santa Inês se prepara para realizar vacinação contra Hepatite A

Por: William Junior, em 09 /07 /2014, ás11h48

A Secretaria de Saúde de Santa Inês – Semus – realiza nesta quinta-feira, 10, por meio do Departamento de Imunização do município, treinamento em preparação para mais uma campanha de vacinação. A capacitação ocorrerá no auditório da Unidade de Saúde do Sabbak, a partir das 16h.

vacina

Devem participar do treinamento todos os técnicos em enfermagem que atuam em Santa Inês. Na ocasião a Coordenação de Imunização repassará todas as informações sobre a vacina Adsorvida Hepatite A (inativada). A ação deixa claro a nova postura da Secretaria de Saúde em realizar suas atividades com excelência, visando sempre um atendimento de qualidade aos usuários.

A vacina contra a Hepatite A esta sendo inserida no Calendário Nacional de Vacinação pelo Ministério da Saúde.  Crianças de 12 meses a menores de 2 anos devem ser imunizadas. O objetivo do Ministério é a prevenção e controle da Hepatite A na fase adulta.

Após o treinamento e a chegada das vacinas, a Semus realizará campanha em Santa Inês. A introdução da vacina no calendário regular torna-se mais uma ação positiva para a promoção da saúde.

A doença

A hepatite A é a inflamação (irritação e inchaço) do fígado causada pelo vírus da hepatite. O vírus pode ser encontrado principalmente nas fezes e no sangue de uma pessoa infectada. A doença pode ser contraída das seguintes formas: água e comida contaminadas por fezes que contenham o vírus da hepatite; contato com as fezes ou o sangue de uma pessoa que tenha hepatite A; uma pessoa contaminada ao não lavar as mãos adequadamente após ir ao banheiro e tocar em outros objetos ou alimentos; outras infecções comuns pelo vírus da hepatite incluem ainda hepatite B e hepatite C.

Risco eminente

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) estima que ocorram, no Brasil, 130 novos casos/ano por 100 mil habitantes e que mais de 90% da população maior de 20 anos tenha tido exposição ao vírus. O Brasil é considerado um país com áreas de risco para a doença. De acordo com estudo feito pelo Ministério da Saúde, a vacina tem impacto importante na epidemiologia da doença, com a redução de 64% nos casos em fase aguda, diminuição de 59% na quantidade de óbitos e a atenuação 62% dos anos de vida perdidos em decorrência da doença.

Texto: Pepero Caldas

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